melhores filmes

Os dez melhores filmes de Steven Spielberg

Como Chaplin e Hitchcock, Spielberg teve seu nome convertido em grife. Vem antes do título do filme. Suas obras têm se alternado entre a fantasia e o chamado “mundo real”, entre fugas ao impossível e contornos históricos que passam pela Segunda Guerra Mundial, pelo Holocausto, pela Guerra Fria. Um diretor cheio de paixão, inseparável da indústria, com faro raro para o bom entretenimento.

10) Munique (2005)

O 11 de Setembro deixa marcas no cinema de Spielberg. Aqui, a caçada dos judeus aos responsáveis pelos atentados nas Olimpíadas de Munique. Cinema político e forte.

9) A Cor Púrpura (1985)

Do livro de Alice Walker. Um filme sobre a prisão de uma mulher, sobre a dificuldade de romper um círculo vicioso, sobre a separação de irmãs e a descoberta do tamanho do mundo.

8) Caçadores da Arca Perdida (1981)

O primeiro dos filmes de Indiana Jones (Harrison Ford), um dos heróis mais famosos do cinema. Trilha sonora, sequências de ação, tiradas do texto – tudo funciona à perfeição nessa aventura.

7) Encurralado (1971)

O primeiro Spielberg. Feito para a televisão, o filme foi depois ampliado e ganhou fama. À cena, um homem é perseguido por um caminhão cujo condutor nunca é mostrado.

6) Império do Sol (1987)

A guerra pelo olhar da criança. O filme tem sequências incríveis e muito de sua beleza deve-se à fotografia de Allen Daviau, também nos créditos de A Cor Púrpura e E.T.: O Extraterrestre.

5) Guerra dos Mundos (2005)

Os alienígenas são aqui destruidores que descem ao mundo em raios e revivem suas máquinas escondidas no solo. Tom Cruise é o pai que precisa proteger os filhos.

4) Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)

Da montanha de purê de batata à montanha real, o protagonista descobre seu passaporte para escapar deste mundo sem muita graça. As luzes atraem. Logo vai embora.

3) Tubarão (1975)

Após os ataques à cidade pacífica, pequena, de políticos pequenos, a fera convida três homens a confrontá-la em alto mar: o reacionário, o moderado e o liberal.

2) A Lista de Schindler (1993)

Spielberg no Holocausto, em filme belíssimo, de imagens realistas e sufocantes. Primeira colaboração do diretor com Janusz Kaminski e a chegada definitiva ao “cinema adulto”.

1) E.T.: O Extraterrestre (1982)

Seu ponto mais alto, seu filme que ficará à posteridade. A evocação do olhar infantil, a aproximação ao estranho. Tudo funciona. Ao fim, difícil não chegar às lágrimas.

Curta o Palavras de Cinema no Facebook

Veja também:
Os dez melhores filmes de Eric Rohmer

Os cinco melhores filmes de Paul Thomas Anderson

Nascido no Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, Paul Thomas Anderson é um dos melhores cineastas em atividade no mundo, talvez o melhor americano de sua geração. A cada novo filme ele revela o desejo de correr riscos, de radicalizar pelo excesso de beleza, de densidade, de desejo em se aprofundar nos dramas humanos.

Seus filmes passam da velocidade e violência observadas em obras como Boogie Nights e Magnólia, calcadas em um mosaico de personagens, para dar vez às jornadas de seres isolados, difíceis, no limite da loucura – como O Mestre, Vício Inerente e Trama Fantasma. Apesar dos poucos títulos na filmografia, escolher seus cinco melhores trabalhos não é tarefa fácil.

5) Trama Fantasma (2017)

A despedida de Daniel Day-Lewis das telas (segundo o próprio) é um exercício que, à primeira vista, soa estranho: uma história de amor sobre pessoas obsessivas, mais uma das investidas no campo do inesperado. Em cena, o encontro de um estilista com sua nova musa (Vicky Krieps) em um espaço em que todos parecem espíritos.

4) Boogie Nights: Prazer Sem Limites (1997)

Os bastidores dos filmes pornigráficos nos Estados Unidos dos anos 70 e 80, o estouro do diretor depois do também ótimo Jogada de Risco, seu primeiro longa. A história segue um “bem dotado” Dirk Diggler (Mark Wahlberg), rapaz um pouco sem rumo que termina na indústria do sexo e nas festas e noites regadas à cocaína.

3) Magnólia (1999)

Outro, a exemplo de Boogie Nights, em que Anderson não esconde ter bebido na fonte do mestre americano Robert Altman: inúmeras personagens que se cruzam em um misto de drama com sátira social. Além, no caso da obra de Anderson, de uma situação abertamente irreal em seu encerramento: uma inexplicável chuva de sapos.

2) O Mestre (2012)

O soldado vivido por Joaquin Phoenix retorna da guerra e fica um pouco sem rumo até encontrar seu mestre (Philip Seymour Hoffman), à frente de uma seita religiosa. O que vem a seguir é o mergulho do soldado, feito seguidor, em um universo obscuro do qual Anderson retira um pouco das estranhezas de seu país.

1) Sangue Negro (2007)

O protagonista (Day-Lewis) é um grande vilão. Homem cínico, estranho, alguém que molha a mão no petróleo e a eleva como sinal de vitória. Alguém que sobrevive à queda em uma caverna para ressuscitar como líder poderoso. No meio do caminho, ele terá de enfrentar o próprio filho e um pastor decidido a ampliar seu rebanho.

Curta o Palavras de Cinema no Facebook

Veja também:
Os cinco melhores filmes de Stanley Kubrick

Os 20 melhores filmes de 2017

Até a metade, o ano não parecia ser dos melhores. Fala-se aqui, claro, do cinema. Mas algo mudou e grandes obras começaram a estrear, incluindo a primeira posição da lista abaixo – da qual muita coisa ficou de fora. Esse apanhado prova que o cinema atual respira bem. Grandes diretores continuam a fazer filmes e surpreender. Que venha 2018!

20) Manifesto, de Julian Rosefeldt

Cate Blanchett pula de cenário em cenário, de vida em vida, para dar voz a diferentes manifestos artísticos nesse filme original e sem saídas fáceis. Ao fundo repousa um mundo estranho, futurista, de salas lustradas ou de espaços em cacos, de gente bela ou miserável.

19) Últimos Dias em Havana, de Fernando Pérez

O que resiste é a amizade. E é sobre seu fim, a certeza de se ir embora – da vida ou de um país. Em cena, dois homens dividem a mesma casa em Havana, Cuba. Um fala muito, o outro quase nada. Um sonha em ir para os Estados Unidos, o outro tem aids e está acamado.

18) Eu, Daniel Blake, de Ken Loach

Davi contra Golias, o homem comum contra o Estado. Uma trajetória tocante que venceu a Palma de Ouro em Cannes. Ao centro, o simpático e às vezes difícil Daniel Blake, que não pode voltar a trabalhar e cuja vida é dificultada pelas autoridades, que insistem em não lhe ajudar.

17) Guerra do Paraguay, de Luiz Rosemberg Filho

O lendário diretor integrou o grupo de realizadores do cinema marginal. Trabalha aqui com o preto e branco, elenco e recursos mínimos. Conta a história de um soldado que retorna cheio de patriotismo da vitória no Paraguai e se depara com uma diligência guiada por mulheres.

16) Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio

O cotidiano da transsexual Marina Vidal fica de cabeça para baixo quando seu companheiro morre. É apenas o início do filme. O que vem a seguir é uma jornada por reconhecimento próprio contra a família do homem, que insiste em ignorá-la e tratá-la com preconceito.

15) Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky

Retrato da vida de uma mulher presa às exigências da família – à medida que assiste às fugas e à boa vida do marido e à morte da mãe. Bodansky recheia sua história, outra vez, com sensibilidade. Em cena, o brasileiro que se descobre impotente, entre gerações diferentes demais.

14) Dunkirk, de Christopher Nolan

O espetáculo de guerra de Nolan. O filme é pulsante, empolga, não deixa cair no desinteresse em momento algum. Divide-se em três tempos: a semana de um rapaz que tenta escapar da França, o dia de um homem que ajuda os soldados no mar e as horas de um piloto contra os inimigos.

13) Nocturama, de Bertrand Bonello

Inédito nos cinemas, o filme foi direto para a Netflix. Os jovens em cena se reúnem para promover o caos: em um dia como qualquer outro, espalham bombas em Paris e sequer explicam suas reais motivações. Em seguida, juntam-se em uma loja de departamentos, à espera do fim.

12) Afterimage, de Andrzej Wajda

Outra luta de Davi e Golias, a do artista contra o sistema comunista polonês após a Segunda Guerra Mundial. Aos olhos do Estado, a arte de Wladyslaw Strzeminski não interessa: parece intelectual ou burguesa demais a esses tempos de “arte política”. Último filme do mestre Wajda.

11) Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve

O que parecia impossível aconteceu: Villeneuve fez um novo Blade Runner sem que parecesse cópia do primeiro e, de quebra, sem deixar de lado as características do anterior. O diálogo entre ambos é pleno. Ainda assim, o cineasta vai em frente e faz um filme com sua assinatura.

10) Na Praia à Noite Sozinha, de Hong Sang-soo

Um dos mais belos trabalhos do coreano Sang-soo. Com muito diálogo e aparência de improviso, além do uso constante do zoom, o diretor trilha caminho autoral. Trabalha de maneira rápida, é incansável. E mais outros dois filmes do cineasta devem desembarcar em breve no Brasil.

9) O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues

A situação do protagonista tem algo onírico: ele perde-se pela floresta, é perseguido por mulheres que o torturam e assombrado por animais empalhados. O homem torna-se refém e presa nessa obra original do português João Pedro Rodrigues, com coprodução brasileira.

8) Z: A Cidade Perdida, de James Gray

Outro grande filme esquecido pelas premiações. Os homens do establishment hollywoodiano insistem em ignorar Gray, talvez o melhor cineasta americano em atividade. Aqui, ele conta a história real do explorar Percival Fawcett, em busca de uma cidade perdida.

7) Na Vertical, de Alain Guiraudie

A França profunda deixa ver os lobos. Nada pode ser previsto nesse filme do diretor de Um Estranho no Lago. A misè-se-scene de Guiraudie é direta, às vezes fria, dispensa firulas. Seu protagonista, um roteirista de cinema, torna-se pai e se vê sozinho com seu bebê.

6) O Apartamento, de Asghar Farhadi

A vida de um casal transforma-se ao mudar para outro apartamento. A cena inicial resume muito: o antigo prédio em que vivia apresenta tremores. No prédio seguinte, o casal passa a morar no apartamento em que residia uma prostituta, onde a nova moradora é agredida.

5) A Vida de uma Mulher, de Stéphane Brizé

Filme triste e realista, em época passada, ainda sob a regra dos bons modos. À frente, a vida da mulher é feita mais dos momentos tristes, menos dos felizes. Ela é vítima dos homens que a cercam: primeiro o marido, depois o filho. Ela resiste. Brizé é cruel e delicado.

4) Toni Erdmann, de Maren Ade

Os pontos altos dessa comédia ocorrem em situações inesperadas. A cineasta apresenta a difícil relação entre pai e filha, e como a segunda é levada a se transformar – a se despir, o que inclui o gesto literal – para seguir em frente. O momento em que canta é um achado.

3) Além das Palavras, de Terence Davies

Nova incursão pela vida de uma mulher. Personagem verdadeira, a poetisa Emily Dickinson passa da educação religiosa à vida de festas e alguma clausura. Sempre cercada pelas pessoas e, claro, pelas palavras. Davies é um daqueles mestres que merece mais reconhecimento.

2) Paterson, de Jim Jarmusch

A poesia, outra vez. O poeta urbano, escondido, à frente do volante de um ônibus. Os dias, para ele, só podem escapar da repetição – e das repetições sinalizadas pelos gêmeos – a partir da escrita, da possibilidade de ser poeta. Possivelmente o melhor filme do independente Jarmusch.

1) Corpo e Alma, de Ildikó Enyedi

A medalha de ouro fica com esse pequeno grande filme sobre o amor entre pessoas aparentemente diferentes, em lugar difícil de imaginar: um abatedouro de bovinos. Ali, ele observa a moça que tenta se desviar. Ambos passam a sonhar o mesmo sonho e relatam essa experiência a cada novo dia. Algo mágico, para dizer o mínimo.

E outros dez que merecem menções honrosas: Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé; Martírio, de Vincent Carelli; Moonlight: Sob a Luz do Luar, de Barry Jenkins; A Tartaruga Vermelha, de Michael Dudok de Wit; Manchester à Beira-Mar, de Kenneth Lonergan; Mimosas, de Oliver Laxe; Joaquim, de Marcelo Gomes; Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck; Fragmentado, de M. Night Shyamalan; e O Filho de Joseph, de Eugène Green.

Veja também:
Os 20 melhores filmes de 2016
Os 20 melhores filmes de 2015

Curta o Palavras de Cinema no Facebook

Dez grandes filmes (há dez anos)

Alguns grandes filmes chegavam às telas do Brasil e do mundo há aproximadamente 10 anos. Inegável que 2007 foi um ano desigual ao cinema moderno, levando em conta o número de trabalhos memoráveis. Os dez preferidos do blog seguem abaixo, em ranking, para recordar a frase que virou clichê: “parece que foi ontem”. À lista.

Curta o Palavras de Cinema no Facebook

10) Sol Secreto, de Lee Chang-dong

Após perder o filho pequeno, mulher descobre a bondade da religião, mas confronta Deus ao perceber que o criminoso recebeu a absolvição divina. O diretor coreano é um dos mais talentosos de sua geração e, sem concessões, revela nos filmes o cotidiano de pessoas que tentam encontrar alguma fuga e invariavelmente fracassam.

9) Desejo e Perigo, de Ang Lee

As cenas de sexo são impactantes, ainda que o filme ultrapasse o limite do prazer. As personagens sentem algo a mais. E o fundo político ajuda no resultado, quando a China via-se sob dominação japonesa. Na trama, uma jovem revolucionária (Wei Tang) infiltra-se no universo de prazeres do “inimigo”, um político poderoso.

8) Zodíaco, de David Fincher

Quem esperar por respostas e pela revelação do assassino pode se frustar. O resultado é o melhor filme do cineasta, com condução segura, elenco afiado e ótima reprodução de época. Aborda a paranoia, a dificuldade de um cartunista (Jake Gyllenhaal) em se afastar da teia de assassinatos ligada ao tal Zodíaco.

7) O Escafandro e a Borboleta, de Julian Schnabel

Preso ao próprio corpo, Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) revisita sua vida, a de um homem mulherengo tomado pelo desejo de liberdade, até o dia que se vê imóvel. Sua forma de comunicação resume-se a uma pálpebra, forma que encontra para dizer o que sente, para escapar daquele escafandro ao qual foi confinado.

6) Santiago, de João Moreira Salles

A história do mordomo Santiago, que trabalhou por 30 anos para a família do cineasta e que, na grande casa em que viveram, viu desfilar figuras importantes da história. Também o retorno, pelos olhos do mesmo, ao cinema, de Fred Astaire a Yasujiro Ozu. Obra de redescoberta, verdadeiro tesouro que quase se perdeu.

5) Luz Silenciosa, de Carlos Reygadas

A abertura, com sua calmaria rumo à luz, explica um pouco do que vem pela frente. Em cena está um homem da comunidade menonita mexicana. Vive isolada com a família, com pouco contato com o mundo externo, a recusar o progresso. Tudo muda quando ele envolve-se com outra mulher. Belo filme com ecos de Dreyer.

4) Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho

O diretor brasileiro leva diferentes atrizes e mulheres à frente da câmera para uma entrevista, enquanto deixa ver o difícil ato de ouvir, de dialogar. Não se trata, é verdade, de uma verdadeira entrevista, e nem tudo é real como se imagina. A certa altura, mulheres podem ser atrizes, atrizes podem estar falando de si mesmas.

3) Onde os Fracos Não Têm Vez, de Joel e Ethan Coen

Longe do filme policial esperado, ou do faroeste de fronteira regado a combates entre mocinhos e bandidos, índios e brancos. O caminho é imprevisível, sobretudo, a partir da metade: alguns homens correm atrás de uma mala cheia de dinheiro enquanto um xerife, perto de se aposentar, lamenta a mudança dos tempos.

2) 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, de Cristian Mungiu

A contagem regressiva do título traduz a corrida contra o tempo de duas moças na Romênia ainda à sombra de Nicolae Ceaușescu e da Cortina de Ferro. Uma delas recorre ao aborto clandestino, a outra decide ajudar a amiga. O cinema romeno chega à sua consagração, com a Palma de Ouro em Cannes, com esse drama feminino e poderoso.

1) Sangue Negro, de Paul Thomas Anderson

O título nacional refere-se ao petróleo. O original é também instigante: Haverá Sangue. Em cena, a cobiça de um homem, o vilão interpretado por Daniel Day-Lewis, a quem nada é mais importante que o poder, nem mesmo o filho pequeno. Com fotografia em tons escuros, o americano Paul Thomas Anderson realiza seu melhor trabalho.

Veja também:
Os 20 melhores filmes de 2016
Os 20 melhores filmes sobre prostituição

As 50 melhores comédias do cinema nos últimos dez anos

Por muito tempo, comédias têm sido associadas apenas a filmes que fazem rir. Ou que fazem rir em excesso a partir de gestos físicos e piadas fáceis. Há também a ideia de que a comédia não pertence ao plano real: vale rir de tudo, claro, pois tudo é assumidamente falso. Tais ideias, em certa medida, ligam-se à forma americana de fazer comédia, que legou o pastelão, a screwball, a comédia física que não se faz mais.

Mas a comédia vai além: a constatação do absurdo, até o espectador corar, também é fazer comédia. Absurdo que tem inegável dívida com a realidade, e que pode ser tão cruel, tão estranhamente atual, que o espectador não tem gargalhadas, mas o leve sorriso de canto de boca. A constatação do sarcasmo. E talvez deixe o cinema até um pouco triste, em alguns casos com a certeza de ter assistido a um gênero nobre. (Observação: a lista abaixo é puramente pessoal.)

Curta o Palavras de Cinema no Facebook

50) Frank, de Lenny Abrahamson

Frank2

49) Trapaça, de David O. Russell

trapaça

48) O que Resta do Tempo, de Elia Suleiman

o-que-resta-do-tempo

47) Meia-Noite em Paris, de Woody Allen

meia-noite-em-paris

46) O Palácio Francês, de Bertrand Tavernier

o palácio frances

45) Além do Arco-Íris, de Agnès Jaoui

alem-do-arco-iris

44) Casamento Silencioso, de Horatiu Malaele

casamento-silencioso

43) Soul Kitchen, de Fatih Akin

soul-kitchen

42) Minhas Tardes com Margueritte, de Jean Becker

minhas-tardes-com-marguerite

41) Contos da Era Dourada, de vários diretores

contos-da-era-dourada

40) Tangerina, de Sean Baker

tangerina

39) Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins

luz-nas-trevas

38) Mistress America, de Noah Baumbach

mistress america

37) Moonrise Kingdom, de Wes Anderson

moonrise-kingdon

36) Tudo Pode dar Certo, de Woody Allen

tudo-pode-dar-certo

35) Eu, Mamãe e os Meninos, de Guillaume Gallienne

eu, mamãe e os meninos

34) Vocês, os Vivos, de Roy Andersson

vocês os vivos

33) Nebraska, de Alexander Payne

nebraska

32) Rainha & País, de John Boorman

rainha e pais2

31) Dois Caras Legais, de Shane Black

dois caras legais

30) Um Conto Chinês, de Sebastián Borensztein

um-conto-chines

29) Marguerite, de Xavier Giannoli

marguerite2

28) Na Mira do Chefe, de Martin McDonagh

na-mira-do-chefe

27) Café Society, de Woody Allen

Café Society

26) Queime Depois de Ler, de Ethan Coen e Joel Coen

queime-depois-de-ler

25) O Lagosta, de Yorgos Lanthimos

o-lagosta

24) O Grande Hotel Budapeste, de Wes Anderson

o-grande-hotel-budapeste

23) Ela, de Spike Jonze

ela

22) Um Amor a Cada Esquina, de Peter Bogdanovich

um amor a cada esquina

21) Vício Inerente, de Paul Thomas Anderson

vício inerente2

20) O Novíssimo Testamento, de Jaco Van Dormael

novissimo-testamento

19) A Grande Aposta, de Adam McKay

a-grande-aposta

18) O Porto, de Aki Kaurismäki

o porto

17) Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância), de Alejandro González Iñárritu

birdman 3

16) Em Outro País, de Hong Sang-soo

em-outro-pais

15) Frances Ha, de Noah Baumbach

frances ha2

14) Blue Jasmine, de Woody Allen

blue jasmine

13) Amor & Amizade, de Whit Stillman

amor-e-amizade

12) Relatos Selvagens, de Damián Szifrón

relatos selvagens

11) Ervas Daninhas, de Alain Resnais

ervas-daninhas1

10) O Artista, de Michel Hazanavicius

o artista

9) Força Maior, de Ruben Östlund

força maior2

8) Um Pombo Pousou num Galho Refletindo sobre a Existência, de Roy Andersson

um pombo pousou num galho

7) Toni Erdmann, de Maren Ade

toni-erdmann1

6) Chatô, O Rei do Brasil, de Guilherme Fontes

chatô o rei do brasil

5) O Pequeno Quinquin, de Bruno Dumont

o pequeno quinquin

4) O Homem ao Lado, de Mariano Cohn e Gastón Duprat

o-homem-ao-lado

3) Sieranevada, de Cristi Puiu

sieranevada

2) O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese

o lobo de wall street

1) Habemus Papam, de Nanni Moretti

habemus-papam

Veja também:
Oito crianças que brilharam no cinema de 2016