Georges Méliès

Lumière! A Aventura Começa, de Louis e Auguste Lumière e Thierry Frémaux

Os filmes dos irmãos Louis e Auguste Lumière, com menos de um minuto cada, colocam à prova o poder de sensibilização do cinema. Aos dois pioneiros é dada, em diferentes fontes, a paternidade do primeiro filme projetado a um público pagante, em 1895, o conhecido A Chegada do Trem à Estação de Ciotat, mas não só.

Outros filmes teriam sido exibidos naquele dia. Algumas pessoas, não mais que 40, teriam acompanhado a sessão. A todos que se assustaram com o trem, ou que se deixaram levar pelas novidades dessa “invenção sem futuro”, como teria dito o próprio Louis, o clima era de emoção, de invenção, de exposição de algo jamais visto.

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A novidade entraria com força no século seguinte e passaria do aspecto documental à ficção, das ruas aos estúdios, do mudo ao sonoro, da trucagem à revolução digital. A sensibilização seria agarrada. A “aventura” citada no título do apanhado de filmes dos Lumière, sob a narração de Thierry Frémaux, é a palavra certa para descrever a relação das pessoas com esses primeiros filmes curtos.

À prova do tempo a situação é outra. Teriam, na atualidade, ainda o poder de comover? A narração e a música que acompanham Lumière! A Aventura Começa são fundamentais ao resultado final, mas é também evidente o quanto havia de força nesses pequenos filmes realizados pelos irmãos franceses – com detalhes à espera da descoberta.

É sobre os detalhes que Frémaux debruça-se, análise com paixão e pingos de humor, exame interessante de uma obra que, para muitos, era (e seria) mera reprodução do dia a dia, o documentário. O argumento de que os irmãos embrenharam-se também na ficção coloca um pouco da história oficial do cinema em inflexão, a ser contestada.

Há mistério em toda essa análise, inclusive quando se pensa no primeiro filme realizado e no primeiro projetado. Passar por livros sobre cinema leva a crer na inexatidão. É comum apontar 28 de dezembro de 1895, no Grand Café, Boulevard des Capucines, em Paris, como o ponto inicial dessa aventura, ainda que não seja.

A Chegada do Trem à Estação de Ciotat pode ser, por muitos motivos, a peça “ideal” para essa abertura: o filme, a exibição, a descoberta de uma invenção que ainda engatinhava. Além de conter a locomotiva, o invento que cortava a tela como o progresso mecânico cortava a vida de todos: era também o anúncio de uma nova era.

Cai bem acreditar que tenha sido o primeiro, ainda que A Saída dos Operários das Usinas Lumière, argumenta Frémaux, seja o inaugural. A imagem ali ganhava movimento, os trabalhadores passavam pelo portão e iam para casa em trajes típicos da época, aglomerado com vida mas sem destaque para uma ou outra pessoa. A primeira personagem do cinema, por isso, pode ser o grupo, o movimento, ou mesmo a fábrica.

Comum, ao longo da história do cinema, creditar os Lumière como pais do documentário, enquanto fica ao mágico Méliès a paternidade da ficção. O trabalho de Frémaux, no entanto, explora o lado ficcional dos irmãos franceses, os vários momentos em que é nítida a interpretação das pessoas à frente da câmera.

O realizador que une esses pequenos filmes e os narra entrega-se à magia por trás dos quadros aparentemente secos e sem vida, do movimento quase sempre exibicionista, além do belo retrato de uma época – em diferentes países, faces, arquiteturas, costumes. A aventura do cinema é, parece dizer Frémaux, o mistério da imagem: os pequenos filmes dos Lumière escondem mais do que se imagina e expõem a inclinação constante do inventor ao artista, dos anônimos às personagens que, à mira da câmera, aceitam interpretar.

(Lumière!, Louis Lumière, Auguste Lumière, Thierry Frémaux, 2016)

Nota: ★★★★☆

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Como os jump cuts salientam o tema de Na Estrada

Os jovens de Na Estrada vivem com velocidade, empolgados, em constante transpiração. Bebem, drogam-se, dançam, transam e, claro, viajam para descobrir a si mesmos e conseguir escrever. Essas personagens inserem-se em um tempo de mudanças. A principal delas, Sal Paradise, ou Jack Kerouac, interpretada por Sam Riley, descobre outros jovens, influências, faz amizades, entrega-se, e então se lança à estrada.

Essas andanças dariam vez ao importante livro On The Road, que marcou a chamada geração beat. Em Na Estrada, o belo trabalho de montagem de François Gédigier, com o uso dos chamados jump cuts, ajuda a entender do que trata o filme: um tempo de fratura, de se quebrar a continuidade, a ordem, com novas ideias e intensidades.

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Em boa definição do crítico Roger Ebert, jump cuts são “cortes dentro de movimento ou diálogo contínuos, sem intenção de combiná-los”. Ocorrem no mesmo plano, como se este fosse tomado por choques, servindo ao mesmo tempo como dispositivo de distanciamento. Ou seja, o espectador “vê” e percebe esses cortes aparentemente pouco naturais.

Os jump cuts foram revividos e popularizados por Jean-Luc Godard em Acossado – filme que, para Ebert, representa o nascimento do cinema moderno. Em tempos atuais, esses “cortes de salto” estão por todos os lados, em milhões de vídeos no YouTube. Mas nem sempre – ou quase nunca – são empregados para dialogar com o tema a ser tratado. Em geral, esses cortes servem apenas para retirar a chamada “gordura” e tornar o vídeo mais dinâmico.

Como observa Michel Marie em A Nouvelle Vague e Godard, esse tipo de corte, chamado por ele de “salto”, “é uma figura muito frequente no cinema primitivo, até 1908, especialmente por Méliès, que o utiliza constantemente em suas trucagens, e no cinema de vanguarda dos anos 20”. Os jump cuts são definidos por ele como “supressão de algumas imagens na continuidade de um plano”. E observa que sua utilização foi “abolida pela decupagem clássica, porque provocava uma ruptura na continuidade visual”.

Em Na Estrada, belo filme de Walter Salles, há, entre vários, dois exemplos interessantes envolvendo os jump cuts, ambos com as personagens centrais do filme, ambos em momentos de euforia.

Encontro no bar
Ao chegar a um bar, o poeta homossexual Carlo (Tom Sturridge) cumprimenta os amigos. Esses instantes se alternam em cortes rápidos. Salles mantêm a câmera próxima das personagens, com os quatro rapazes em quadro, enquanto Carlo “passa” por cada um deles. Salles filma em primeiro plano, em diferentes ângulos, momento em que a turma está completa. Os cumprimentos de Carlo são evidenciados por meio de jump cuts, o que oferece a ideia de fragmentação – ainda que continuem no mesmo espaço.

Ele abraça um deles, faz um gesto com os dedos para Sal e beija Dean (Garrett Hedlund). Cada um dos cumprimentos ocorre entre cortes, provável supressão do tempo que, ao fim, oferece um ritmo interessante.

Após alternar enquadramentos, Salles leva o espectador à parte exterior do bar. Sal observa o diálogo de Carlo e Dean (pouco depois, o espectador descobrirá que o poeta é apaixonado pelo jovem galã que usa camisetas à la Marlon Brando). Ao contrapor o olhar de Sal à caminhada dos outros dois, o montagem também rompe a continuidade espacial. Os outros parecem estar cada vez mais distantes, enquanto Sal, com olhar de desejo, parece estar cada vez mais absorvido pelo atmosfera dos colegas.

Suicídio em alto mar
Com Carlo, outra vez o espectador descobre um interessante uso dos jump cuts, desta vez em close. Em uma das festas (uma das muitas) em que os amigos estão reunidos, ele conta a um convidado que esteve 20 dias em alto mar, “na calmaria, quando decidi me matar”. Diálogo típico dos excessos desse tempo de rompimento, de paixões explosivas.

A montagem alterna o rosto de Carlo entre o lado esquerdo do quadro (de forma frontal) e o direito (de perfil), como se o mesmo rapaz não pudesse ser visto – ou explicado – por um único ponto de vista. Alternam-se assim os “estados” da personagem – que ia se matar, mas não deixou um bilhete de adeus, e resolveu viver mais – de acordo com os cortes.

Os jump cuts, além dos pequenos saltos no tempo, constroem “outros” diálogos, suprimindo palavras ou trechos inteiros de uma conversa entre personagens. Por outro lado, é difícil afirmar isso com certeza, já que o montador pode ter cortado trechos longos ou apenas alguns instantes. No caso de Na Estrada, a montagem dialoga perfeitamente com o que a obra deseja expressar. “Seguir o coração”, diz Carlo, o que poderia ser dito por outros rapazes. “Viver. Vivenciar a possibilidade da vida, louco de êxtase, vingança e verdade.”

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Espectador idiotizado (ou como chegamos à onda de filmes de super-heróis)

Os blockbusters são parte da cultura de massa há décadas. Há os bons, empolgantes; há os esquecíveis, deploráveis. O cinema voltado ao entretenimento existe desde que Méliès resolveu fazer dessa arte um veículo para sua mágica: não se tratava mais da opacidade, mas da transparência, de um fluxo de quadros que induziam o espectador a outro universo, do qual sua “prisão” (na falta de uma palavra melhor) estava ligada diretamente ao talento do diretor.

Em seus esforços para atrair a atenção e captar alguns centavos, entre crises de criatividade e financeiras, o cinema tem tentado se ajustar à demanda de um espectador que nem sempre se deixa decifrar, e que às vezes leva a sucessos acidentais. Com os filmes de super-heróis, a indústria parece ter descoberta um filão rentável longe de perder a força.

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Da chamada “arte de feira” ao universo digital em que o céu não é mais o limite, essa arte tem passado por diferentes ondas: o burlesco, o filme falado, o musical, a fita policial, a comédia social, o filme de monstro, o filme de guerra, o épico bíblico, os filmes de alienígena, os filmes com rebeldes, os filmes catástrofe, os filmes realistas e amargos, os filmes que resgatam, enfim, o prazer da matinê em meio a tempos difíceis etc.

Muitos dirão: Steven Spielberg e George Lucas são os culpados. Errado. O que reproduzia um cinema aparentemente infantil – ou o que voltou a produzi-lo em plena Nova Hollywood – ainda acompanhava inegável qualidade. Tubarão e Guerra nas Estrelas são grandes filmes. O que veio depois foi, sobretudo, uma mudança nas regras do jogo. Spielberg e Lucas pavimentaram apenas uma (pequena) parte do caminho.

Assim como esses realizadores entenderam que o espectador estava disposto a voltar para uma “galáxia muito, muito distante”, outros entenderam que os filmes de super-heróis, décadas depois, ainda tinham combustível para queimar. Superman, nos anos 70, e Batman, nos 80 e 90, apenas rasparam a superfície da mina de ouro. Por algum tempo, continuações que não deram certo pareciam ter sepultado a presença dos heróis na tela.

Outra onda pôs-se em curso no início dos anos 2000. Vieram o Homem-Aranha, os X-Men, Hulk, outra vez Superman, e outro Aranha, e outro Hulk. Repaginadas, recomeços, outros atores. Sob a batuta de Christopher Nolan, Batman ficou mais adulto. Durou três filmes. Batman vs. Superman, depois, veio dizer que era necessário infantilizar novamente. Mais luzes, mais maquiagem, mais CGI. Outra bobagem.

Com a Marvel dando as cartas, e com a enxurrada de dinheiro que seus filmes passaram a levar, inúmeros atores respeitáveis procuraram ali uma vaga, mesmo que pequena, como coadjuvante. Para ficar em dois nomes: Anthony Hopkins e Tilda Swinton.

Entre erros e acertos, a Marvel não escapa à seguinte constatação: um fracasso cinematográfico – não financeiro, que fique claro – dá vez a algo difícil de ver, indigerível, como são os casos da segunda parte de Guardiões da Galáxia e da terceira de Thor. E um mínimo sucesso não é mais que um filme bom, como Homem-Aranha: De Volta ao Lar.

Quer dizer, mesmo os melhores são pouco mais que medianos, pouco mais que bons entretenimentos. O fato é que a Marvel não fez um grande filme até o momento. As explicações são variadas, mas nenhuma será mais gritante que a falta de talento de seus realizadores, ou a proposital inclinação ao entretenimento médio voltado ao público médio.

Não se trata de subestimar o espectador. Quem o faz, na verdade, é a Marvel, não este crítico. O estúdio dá sinais de que não está disposto a ousar. O caminho é o contrário: quando uma marca mostra desgaste, como Thor, o que faz é apelar ao oposto, tornar o produto mais colorido, cômico e infantil, nada ambíguo ou adulto.

Não há problema em ser cômico, desde que a comédia em questão seja sustentável, ou se sirva de um roteiro interessante. A comédia da Marvel reduz-se a roteiros pobres, tiradas pouco engraçadas, situações inesperadas que não a fazem original.

O máximo que se pode dizer de um filme como Thor: Ragnarok é que se aproxima do nonsense – o que já soa como elogio. Banha-se em cores fortes, com um bando de gente esforçando-se para parecer desmiolada, ou engraçada, e dando à obra impacto algum. Diferentes situações exemplificam isso. Em uma delas, Bruce Banner (Mark Ruffalo) salta de uma nave para se transformar em Hulk e enfrentar uma fera, já nos momentos finais. Ao atingir o solo, no entanto, ele continua Bruce Banner. O monstro verde demora um pouco mais para surgir, algo fora do lugar. A farsa venceu a ação.

A esse balaio de “inovações”, a Marvel mantém alguns ítens amados pelos jovens consumidores de filmes, pipoca e refrigerante (nem sempre nessa ordem): as cenas pós-créditos, as participações de Stan Lee, as participações de personagens de outros filmes, o resgate de atores veteranos em pequenos papéis (Jeff Goldblum em Ragnarok, Stallone em Guardiões da Galáxia Vol. 2), além das estratégias de marketing amadas pelos fãs (e adotadas por outros estúdios), como a presença da marca em eventos de cultura geek/nerd.

A quem se dirigem todos esses filmes, todo esse barulho, todo esse visual propositalmente cafona – ou, se querem alguns, nonsense – senão para um público geek/nerd ou próximo a ele? Não se trata de criticar tal público, longe disso. A impressão, contudo, é que a fórmula de venda dirigida aos “jovens” é a “fórmula que deu certo”, na qual os filmes precisam parecer cada vez mais idiotas, para elevar o riso cada vez mais.

Ragnarok ri de si mesmo. Ri de suas bobagens, como se falasse ao espectador – nas palavras que as imagens mantêm suspensas, mas inescapáveis – que todo o consumidor desse cinema deve se sentir como um adolescente sedento por piadas e situações ridículas, quando subverter a expectativa do público passa longe de algo original ou inteligente.

E ao se deixar levar apenas por essas piadas, pelas tiradas, pelas piscadelas descontraídas de um Chris Hemsworth ou de um Chris Pratt, o espectador médio talvez esteja disposto a sair da sala com as mãos – e o cérebro – abanando. Dirão alguns: o propósito é apenas a diversão. Mas é possível ser entretenimento e ser levado a sério como cinema.

Spielberg e Lucas não deixaram o cinema mais infantil. Aqui ou acolá, filmes sempre reproduziram, em diferentes formas ou momentos, um espírito infantil e ingênuo. Basta pensar na comédia burlesca de Mack Sennett nos anos 1910 ou nos musicais dos anos 30. Ingênuos, leves, à contramão da realidade. Infantis na forma como expressam o espírito de pureza de uma nação, um mundo que podia dar certo.

Comparar os musicais da MGM com os filmes da Marvel é covardia. Cada onda representa o entretenimento para multidões em uma determinada época. Pensar nas transformações, por outro lado, é desanimador, pois o buraco que separa esses filmes não evitou que, ontem como hoje, fossem feitos em linha de produção, para atrair bilheteria. Em qualquer um dos casos, e a despeito das transformações, a indústria segue em pleno movimento.

Ainda não se sabe quanto tempo vai durar essa onda de filmes de super-herói. Não se sabe até quando o público vai ter paciência, nem quando os produtores e seus estúdios – e a resposta a esta pergunta é a mais difícil – tratarão o espectador como adulto e pensante, não um mero consumidor feito para inflar gráficos e apontar a novas tendências de mercado.

Foto 1: Thor: Ragnarok
Foto 2: Batman vs. Superman
Foto 3: Guerra nas Estrelas

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Dez filmes recentes sobre o cinema

Da Hollywood clássica ao atual regime das câmeras digitais e estrelas sem muito brilho, a lista abaixo contempla também a variedade do cinema (o verdadeiro) feito atualmente: produções de cineastas variados, de Monte Hellman a Martin Scorsese, de Ari Folman a David Cronenberg. Algumas obras surpreendem, outras nem tanto.

Caminho para o Nada, de Monte Hellman

Longe da aparência dos longas que lhe deram sucesso, Hellman explora a realização de um filme e o mistério de sua protagonista, que talvez seja a personagem que interpreta.

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O Artista, de Michel Hazanavicius

Essa bela homenagem ao período clássico do cinema americano chega pelas mãos de um francês, com atores franceses, a partir do declínio de um astro com o surgimento do som.

o artista

A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese

Faz-se o caminho inverso ao anterior: é um americano que vai à França para contar o período em que o grande Georges Méliès, pai do ilusionismo na tela, era dado como esquecido.

The Invention Of Hugo Cabret

Sete Dias com Marilyn, de Simon Curtis

A pequena Michelle Williams consegue captar a volúpia de Marilyn Monroe nessa história interessante sobre os poucos dias em que a diva filmou O Príncipe Encantado na Europa.

sete dias marilyn

Hitchcock, de Sacha Gervasi

Não é o Hitchcock que os fãs esperavam, provavelmente irreal: o famoso diretor é reduzido a menino mimado nesse longa que aborda os bastidores de Psicose.

hitchcock

The Canyons, de Paul Schrader

Consagrado diretor e roteirista, Schrader expõe as atuais regras do jogo em Hollywood ao abordar o rumo da estrela decadente que se junta a um ator pornô para realizar um filme.

The Canyons

O Congresso Futurista, de Ari Folman

Trata-se do futuro do cinema: os estúdios de Hollywood passam a captar o interior e o exterior dos atores, tê-los digitalmente, cópias seguras que dispensam particularidades humanas.

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Mapas para as Estrelas, de David Cronenberg

Menina retorna para Hollywood para encontrar a família. Seu irmão é uma jovem estrela em ascensão e, no período que passa por ali, torna-se assistente de uma atriz em baixa.

mapas para as estrelas

Mia Madre, de Nanni Moretti

Belo relato pessoal de Moretti sobre uma cineasta cuja mãe encontra-se em estado terminal no momento em que prepara seu novo filme e tem de lidar com um ator temperamental.

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Trumbo – Lista Negra, de Jay Roach

O famoso roteirista é colocado na lista negra do período macarthista, perde o emprego, vai preso, ao mesmo tempo em que revela uma indústria do cinema covarde e conservadora.

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