Alan Parker (1944–2020)

Um diretor de cinema precisa ter a sensibilidade de um poeta e a resistência de um trabalhador da construção civil. O problema é que muitos de nós entendem isso de maneira errada.

 

A direção é um curso intensivo na megalomania. Depois de ter cem pessoas obedecendo a todos os seus caprichos o dia todo, é difícil voltar para casa e ser normal.

 

O cinema é, sem dúvida, uma forma de arte, mas você não pode ignorar que é um meio altamente técnico e requer grande força física e mental. Costumo pensar que o pior problema que Michelangelo teve ao pintar o teto da Capela Sistina, depois de descobrir como não derramar a tinta, era a dor nas costas.

 

No momento em que você inicia um filme, respira fundo e salta para um grande buraco negro de incerteza e dúvida.

Alan Parker, cineasta, em declarações publicadas em seu site (leia aqui em inglês). Acima, o cineasta nas filmagens de Mississippi em Chamas; abaixo, com o ator Mickey Rourke nas filmagens de Coração Satânico.

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Um comentário sobre “Alan Parker (1944–2020)

  1. Dirigiu filmes interessantes e polêmicos.
    Abordou muito bem sobre o racismo em Mississipi em chamas.
    A vida de David Gale é sobre um inocente prestes a ser executado por assassinato crime que não cometeu.

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