Os dez melhores filmes de todos os tempos, segundo Sam Mendes

O diretor de 1917 e Beleza Americana foi convidado pelo Instituto Britânico de Filmes (BFI), em 2012, a escolher seus dez filmes preferidos, integrando uma lista de melhores de todos os tempos. O gosto do cineasta passa por obras consagradas do cinema americano, britânico, francês e sueco, de Hitchcock a Paul Thomas Anderson.

No site do BFI, o top dez do diretor foi colocado em ordem alfabética. Abaixo, listamos os filmes do mais antigo ao mais recente.

Cidadão Kane, de Orson Welles

O grande filme de Welles sobre o magnata Charles Foster Kane, interpretado pelo próprio cineasta. Revolucionou o cinema com sua narrativa não-linear e o uso de profundidade de campo.

Um Corpo que Cai, de Alfred Hitchcock

Um detetive vê-se obcecado por uma bela mulher ao ser contratado para seguir seus passos. Segundo Hitchcock, o protagonista de James Stewart apaixona-se por uma mulher morta e luta para fazê-la reviver.

Os Incompreendidos, de François Truffaut

O grande cineasta francês volta à sua infância marginalizada, em Paris, na pele de seu jovem alter ego Antoine Doinel, que a certa altura rompe com a família. A obra é dedicada ao mestre André Bazin.

O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski

“Reze pelo bebê de Rosemary”, dizia a publicidade durante o lançamento. Com tamanho sucesso, colocou Polanski no mapa dos bons realizadores da época, trabalhando com uma história de terror ainda poderosa.

Kes, de Ken Loach

Esse belo filme realista acompanha o cotidiano difícil de um garoto, na escola e em casa. Todos parecem dar as costas a ele. O espaço é bruto. Seu único amigo é um pássaro, animal que passa a treinar.

O Poderoso Chefão – Parte 2, de Francis Ford Coppola

A segunda parte da saga dos Corleone supera, para muita gente, a primeira. Além de acompanhar o futuro de Michael nos negócios da família, aqui o espectador é convidado a conhecer o passado de Vito.

Taxi Driver, de Martin Scorsese

Um taxista solitário vaga pelas ruas sujas de Nova York. A bordo de seu veículo passam diferentes pessoas, como um assassino e um candidato a presidente. A certa altura, o protagonista resolve se armar.

Fanny e Alexander, de Ingmar Bergman

Após um tempo fora da Suécia devido a problemas com o fisco local, Bergman tem retorno triunfal ao cinema de seu país com um filme que evoca situações de sua infância. Ganhou quatro Oscars.

Veludo Azul, de David Lynch

Possivelmente o melhor filme de Lynch. Em cena, uma pequena cidade, um rapaz curioso, a filha do delegado, uma mulher perturbada e um bandido enlouquecido. A junção de tudo isso dá vez a um filme estranho e belo.

Sangue Negro, de Paul Thomas Anderson

Épico sobre cobiça, exploração, com Daniel Day-Lewis como o protagonista desagradável que, apesar de todos os problemas, ainda consegue abraçar o filho e mostrar um pingo de humanismo.

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