Roma, Cidade Aberta, segundo Luis Buñuel

Detestei Roma, Cidade Aberta, de Rossellini. O contraste fácil entre o padre torturado na sala vizinha e o oficial alemão bebendo champanhe com uma mulher no colo me pareceu um expediente repulsivo.

Luis Buñuel, cineasta, em seu livro de memórias Meu Último Suspiro (Cosac Naify; pg. 314). Abaixo, Aldo Fabrizi em cena do filme de Roberto Rossellini.

Curta nossa página no Facebook e siga nosso canal no YouTube

Veja também:
Nelson Pereira dos Santos: “Eu fui formado pelo neorrealismo”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s