Bastidores: Aleluia

Filho de ricos industriais, o cineasta King Vidor teria chegado a Hollywood – na companhia da mulher Florence, em seu Ford T – com apenas 20 centavos no bolso. À época, na década de 1910, ele foi tragado pelas possibilidades da sétima arte: sua inspiração, como a de muitos, era o cinema de Griffith. Não raro, era considerado “experimental” – como seu mestre.

Começou trabalhando como ator e ganhava um dólar e meio por dia. Foi câmera, depois dirigiu cinejornais. Mais tarde, passou à direção. Fez grandes filmes mudos como O Grande Desfile e A Turba, nos anos 1920, e conseguiu êxito – diferente de muitos – na migração ao cinema sonoro.

Experiência única é Aleluia, de 1929, com produção da MGM. Histórias de bastidores contam que o chefão do estúdio, Louis B. Mayer, não teria gostado do filme, como não gostou de A Turba. Terminou sabotado. A obra, por sua vez, é um achado histórico, composta toda de atores negros, sobre a luta de um homem para não ser levado pelo pecado e que quase termina em desgraça ao se envolver com uma bela mulher da cidade.

Abaixo, uma imagem dos bastidores de Aleluia, com Vidor ao lado de duas crianças.

aleluia

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