Bastidores: Passaporte para a Vida

Há muito tempo eu queria fazer um filme passado durante a Ocupação, mas não encontrava o ângulo certo. Foi meu encontro com Jean-Devaivre, com suas lembranças, além de histórias fantásticas que outras pessoas me contaram sobre ele e Aurenche, que me fez começar a trabalhar, pois tinha um tema fabuloso nas mãos. Porque uma época, por si só, não constitui um tema, e sim os percursos individuais. Então a época se manifesta através de personagens singulares, de sentimentos pessoais, como a dor, o medo, a insegurança provocada pelos bombardeios, pelos controles de tráfego etc. Trabalho com pontos de vista precisos, concretos.

Bertrand Tavernier, sobre seu filme Passaporte para a Vida, que retrata a luta do cineasta Jean-Devaivre e do roteirista Jean Aurenche, entre outros, para continuarem trabalhando durante a França Ocupada, na Segunda Guerra Mundial. A declaração está na entrevista ao site Críticos (leia a entrevista completa aqui). Abaixo, com chapéu, o cineasta dirige seu elenco.

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