Os dez melhores indicados ao Oscar que não venceram o prêmio (anos 30)

Com os anos 30, o som chegou de vez. A indústria do cinema, apesar da Depressão, estava solidificada: as personagens não paravam de falar, multidões iam para o cinema se divertir e esquecer os problemas do lado de fora. Astaire, McCarey, Capra, Wyler, Ford e outros gênios casaram grande arte ao entretenimento. No Oscar, houve espaço para quase todos, com direito a musicais e até um filme francês.

Até o fim de fevereiro, com a edição 2015 do Oscar, o Palavras de Cinema publicará listas de grandes indicados que não venceram o prêmio, sempre divididas por década.

10) Cupido é Moleque Teimoso, de Leo McCarey

O mestre McCarey dirige Cary Grant em seu lado cômico impagável, nessa comédia sobre um casal que resolve se separar para descobrir a impossibilidade da distância.

cupido é moleque teimoso

9) As Aventuras de Robin Hood, de Michael Curtiz e William Keighley

O modelo da aventura completa: movimentada, com belos duelos e o casal central apaixonante, vivido por Errol Flynn e Olivia de Havilland.

aventuras de robin hood

8) Ninotchka, de Ernst Lubitsch

O imortal “toque de Lubitsch” leva Garbo – a soviética inflexível – às gargalhadas, em um daqueles momentos que ficam na eternidade.

Greta Garbo - Ninotchka

7) A Mulher Faz o Homem, de Frank Capra

Com este filme, Stewart tem talvez seu melhor momento. Ficou sem o Oscar, o que, parta muitos, justifica o prêmio no ano seguinte, como desculpas, por Núpcias de Escândalo.

a mulher faz o homem

6) O Picolino, de Mark Sandrich

Talvez o melhor filme da parceria Fred Astaire e Ginger Rogers, com direção precisa de Sandrich. Nesse caso, o mundo é todo feito de brincadeiras, de pura ingenuidade.

picolino

5) A Ceia dos Acusados, de W.S. Van Dyke

William Powell e Myrna Loy vivem o casal perfeito nesse filme sobre detetives e que termina com um dos jantares mais hilários do cinema.

a ceia dos acusados

4) Rua 42, de Lloyd Bacon

O clássico dos bastidores do teatro tem incríveis coreografias do mestre Busby Berkeley, responsável também pelos números musicais do extraordinário As Cavadoras de Ouro.

rua 42

3) O Mágico de Oz, de Victor Fleming

O que falar sobre este grande clássico? Tem Judy Garland como a feliz inocente, a bruxa verde, a fada brilhante, além de “Over the Rainbow”.

o mágico de oz

2) No Tempo das Diligências, de John Ford

Se um faroeste pode ser chamado de perfeito, talvez seja este. Leva a uma das mais perfeitas batalhas do gênero, com John Wayne como Ringo Kid.

no tempo das diligências

1) A Grande Ilusão, de Jean Renoir

O poder da mensagem da obra de Renoir, uma produção francesa, não pôde ser deixado de lado pela Academia – sobretudo quando o mundo era levado à Segunda Guerra Mundial.

a grande ilusão

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